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01 de Dezembro de 2013

Condomínio fechado

Os condomínios fechados são uma forma de desenvolvimento imobiliário ou de comunidades residenciais em que o acesso de pessoas e de veículos é restrito. São normalmente caracterizados por serem compostos de poucas ruas ou edifícios residenciais, murados e munidos de amenidades. Pequenos condomínios podem contar com apenas uma área comum para os seus moradores, em contraste com os grandes condomínios, que podem possuir uma infraestrutura tão complexa que faz com que seus moradores sejam independentes de contato externo. Esse tipo de estrutura é muito comum em países de baixo desenvolvimento humano e/ou que possuam um alto coeficiente Gini, já que fornecem às classes mais altas uma segurança palpável.

A noção de condomínio fechado às vezes se confunde com o sentido de comunidade, sendo normalmente tratados como sinônimos. Por sua vez, a noção de comunidade implica a ideia de que exista uma espécie de capital social entre os seus membros. 

Os condomínios são guardados por um forte esquema de segurança mantido por firmas particulares de guarda.

Áreas de Acesso Restrito

Em alguns condomínios o acesso de pessoas de fora é restrito. Para entrar, a pessoa deve se registrar com seu número de identidade e deve possuir algum amigo de dentro da comunidade que autorize a sua entrada para os guardas no portão.

No Brasil, tais locais, em razão da lei 6766/79(Lei que regula o parcelamento do solo urbano) não perdem seu caráter público, sendo a iluminação das vias internas custeado pela municipalidade, que também não cobra o imposto territorial das vias internas e das áreas públicas tratadas, equivocadamente, como áreas comuns. Isto torna ilícito impedir a entrada de cidadãos nas vias internas ou impor-lhes exigências, como a apresentação de documento para ingressar na área murada.

Vantagens

Uma das vantagens da existência de condomínios fechados para a sociedade em geral é a redução da pressão sobre os sistemas locais de patrulha policial. Isso porque a existência de comunidades muradas, vigiadas por circuitos de TV internos e patrulhadas por forças de segurança particulares dispensa essa atuação. Esse processo pode ser chamado de uma privatização da segurança. A única atuação dos órgãos públicos de polícia é quando um criminoso é pego pelos serviços de câmeras ou pelas guardas privadas.


Fonte: wikipedia